24 de jan. de 2010
Estrelas de nêutrons
22 de jan. de 2010
Solução da Equação de Schrödinger
Uma comparação entre deduções da equação E=mc²
A famosa fóruma desenvolvida por Einstein agora será desvendada nesse fabuloso documento da Scielo.
19 de jan. de 2010
Explosão de pulsar se move mais rápido que a luz
Todo físico é ensinado que as informações não podem ser transmitidas mais rápido que a velocidade da luz. No entanto, experimentos de laboratório feito ao longo dos últimos 30 anos mostram claramente que algumas coisas parecem quebrar este limite de velocidade sem quebrar a teoria especial da relatividade de Einstein. Agora, astrofísicos os E.U.A podem ter visto tais velocidades superluminais no espaço - o que poderia nos ajudar a obter um melhor entendimento da composição das regiões entre as estrelas.
Velocidades Superluminal estão associadas a um fenômeno conhecido como dispersão anômala, onde o índice de refração de um meio (tais como um gás atômico) aumenta com o comprimento de onda da luz transmitida. Quando um pulso de luz - que é composta por um grupo de ondas de luz em vários comprimentos de ondas diferente - passa por tal meio, a sua velocidade de grupo pode ser impulsionada para além da velocidade de suas ondas constituintes. No entanto, a energia do pulso ainda viaja à velocidade da luz, o que significa que a informação é transferida de acordo com a teoria de Einstein.
A matéria completa pode ser encontrada (em inglês) no site:
http://physicsworld.com/cws/article/news/41378
Classificação espectral de Harvard
Fonte: Wikipédia. (clique na imagem para ampliar)
Para entendimento do leitor as características Massa, Raio e Luminosidade são apresentadas todas em relação à nossa estrela, o Sol. Ou seja, quando a tabela diz que as estrelas pertencentes a classe B tem 18M (18 massas solares) quer dizer que essas estrelas têm 18 vezes a massa do Sol. Para a informação do leitor o sol tem aproximadamente 2.10^30 kg ou mais precisamente:
O mesmo vale para o Raio. Enquanto o sol tem 1R (1 raio solar) as estrelas da classe B tem 7R (7 raios solares). Para a informação do leitor o Raio solar tem aproximadamente 7.10^8m ou mais precisamente:
Lembrando que 1UA (unidade astronômica) equivale a aproximadamente 150milhões de quilômetros (distância da Terra até o Sol) e vale exatamente 149 598 000 quilômetros.
Já a luminosidade diz respeito a quanto de luz um corpo irradia em um período de tempo. Normalmente a energia irradiada é medida em Watts e a luminosidade do sol é 3.827×10^26 Watts.
De acordo com a tabela é possível perceber que o Sol faz parte da classe G. Mas para frente quando explicarmos cada classe iremos dar mais exemplos.
Classes espectrais
Nesta parte do artigo iremos explicar o básico de cada classe no sistema de classificação de Harvard.
A seguir um esboço do tamanho e cor das estrelas de cada classe espectral.
Classe O
As estrelas que pertencem a esta classe são extremamente quentes, grandes e luminosas. De acordo com tabela é possível perceber que são azuis e são estrelas raras e possuem a menor porcentagem de estrelas da seqüência principal.
Essas estrelas emitem grande parte de sua radiação eletromagnética em forma ultravioleta. Devido a seu grande tamanho essas estrelas possuem núcleos extremamente quentes fazendo com que queimem seus depósitos de hidrogênio rapidamente garantindo a essas estrelas vida “Curta” em relação a estrelas menores que podem viver muitos bilhões de anos a mais. Estrelas como essas costumam explodir em super novas podendo então virar buracos negros, estrelas de nêutrons ou de quarks.
Exemplos: Zeta Orionis, Zeta Puppis, Lambda Orionis, Delta Orionis, Mintaka.
Classe B
Estrelas da classe B também são extremamente luminosas e grandes (em relação ao Sol já que comparado com estrelas de classe O são pequenas). Estrelas dessa classe podem ser chamadas de supergigante azuis (como Rigel, na constelação de Órion). Assim como estrelas de classe O , estrelas de classe B duram relativamente pouco tempo já que são gigantes e por serem muito quentes acabam consumindo seu combustível rapidamente e assim colapsando rápido. Estrelas da classe B possuem 18 massas solares portanto quando morrem colapsam em explosões de super novas.
Exemplo: Rigel
Classe A
As estrelas de classe A são consideravelmente menores que as estrelas de classe B e portanto vivem mais. Por possuírem massa menor que 4~5 massas solares não colapsam em explosões de super novas.
As estrelas dessa classe são as mais comuns vistas no céu, muitas são anãs brancas (restos da morte das estrelas) e a olho nu parecem brancas.
Exemplo: Deneb, Sirius.
Classe F
As estrelas de classe F são potentes, com cor branca ou pouco amarelada e costumam ser estrelas da Sequência Principal. São caracterizadas principalmente pelas Linhas de Hidrogênio e metais ionizados
Exemplo: Formalhaut, Psicis Austrinus
Classe G
Essas estrelas são bem conhecidas já que o Sol pertence a esta classe. Assim como as estrelas de classe F também possui baixas linhas de hidrogênio, metais ionizados mas possuem além destas metais neutros. Durante a evolução das estrelas Supergigantes elas freqüemente caminham das classes O e B para as classes K ou M e enquanto fazem isso passam pela classe G todavia permanecem pouco tempo nesta classe.
O Sol assim como as estrelas da classe G no fim de sua vida saem da Seqüência principal e se tornam Gigantes vermelhas que então explodem e formam Nebulosas planetárias expelindo todas as camadas exteriores deixando apenas um pequeno núcleo conhecido como Anã branca que depois de milhões e milhões de anos se torna uma Anã negra.
Exemplo: Sol.
Classe K
As estrelas de classe K são alaranjadas e mais frias que o Sol. Muitas são Supergigantes ou Gigantes. Estrelas dessa classe tendem a ter vida mais longa que a do Sol pois como são menores e sua temperatura é menor os processos nucleares tem menos intencidade fazendo com que a estrela viva mais por não acabar rapidamente com seu combustível.
Exemplo: Arcturus, Alpha Centauri
Classe M
As estrelas de classe M são as estrelas mais numerosas no Universo. Todas as anãs vermelhas pertencem a esta classe e elas são muitas. A maioria das estrelas da Sequência Principal são anãs vermelhas. Elas são responsáveis por criar muitas Gigantes e Supergigantes vermelhas como Antares, Betelgeuse e Mira.
Exemplo: Proxima Centauri
Ainda sobre o assunto o leitor pode encontrar no YoutTube um vídeo fascinante onde são apresentadas algumas estrelas.
11 de jan. de 2010
Equação de Drake
- N – número de civilizações na nossa galáxia com as quais poderá ser possível contactar;
- R* - taxa de formação de estrelas na nossa galáxia;
- fp – fracção dessas estrelas que possuem planetas;
- ne – número médio de planetas que potencialmente podem conter vida / por estrela com planetas;
- fl – fracção de ne que actualmente possui vida;
- fi – fracção de fl que actualmente possui vida inteligente;
- fc – fracção de fc que está disponível e apta para comunicar;
- L – tempo de vida expectável dessa civilização.
Estimativas correntes dos parâmetros da Equação de Drake
- R* - estimada por Drake como sendo de 10/ano. Os últimos cálculos da NASA e da ESA indicam que essa taxa é de, aproximadamente, 6/ano. Porém, o Instituto Planck para a Física Extraterrestre, na Alemanha, afirma que a nossa galáxia não é uma das maiores produtoras de estrelas e supernovas, no Universo.
- fp – estimada por Drake com sendo 0.5.
- ne – estimada por Drake como sendo 2.
- fl – estimada por Drake como sendo 1. Em 2002, Charles H. Lineweaver e Tamara M. Davis (University of New South Wales e Australian Centre for Astrobiology) estimaram fl > 0.13 em planetas que existem, pelo menos, há um bilião de anos. Lineweaver também determinou que cerca de 10% de sistemas estelares na Galáxia são passíveis de condições propícias à vida, já que possuem elementos pesados, estando longe de supernovas e estando estáveis por tempo suficiente.
- fi – estimada por Drake como 0.01. Alguns estimam que sistemas solares em órbitas com exposição às radiações tão baixas como o nosso Sistema Solar podem ser 100.000 vezes mais raros, obtendo um valor de 1×10-7.
- fc – estimado por Drake como sendo 0.01
- L – estimado por Drake como sendo 10 anos. Este valor pode ser determinado a partir da duração da nossa civilização desde o aparecimento da radioastronomia, em 1938, ou seja, L= 72 . Num artigo na Scientific American, Michael Shermer estimou L como sendo 420 anos baseando-se na duração de 60 civilizações históricas. Porém, há que notar que a “queda” de uma civilização não destrói o seu conhecimento nem a sua tecnologia, sendo aproveitadas pelas civilizações vindouras. Assim, as estimativas de Shermer devem ser consideradas como sendo pessimistas.
Da Equação de Drake, tendo em conta as novas estimativas, resulta:
N = 6 × 0.5 × 2 × 0.33 × 1×10-7 × 0.01 × 420 = 8.316×10-7 = 0.0000008
10 de jan. de 2010
Acta Physica - Social Networking for the Physics Community
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